27/04/2012

Felicidade Condicionada



Já perceberam que há sempre um condicionamento para a gente ser feliz, se sentir feliz.
Na maioria das vezes nem somos nós que os criamos, eles são impostos pelos outros ou pela sociedade.
Quero me sentir feliz, sem condicionar minha felicidade à realização de sonhos e desejos que anseio.
Minha passagem por este mundo não pode ser baseada em alcançar aquilo que ainda não tenho, e pensar que só depois de conquistado tudo o que almejo é que vou ser feliz.
Quero  encontrar contentamento no meu coração por estar aqui, vivendo cada momento que tenho, seja ele qual for, ser feliz sem motivo, perceber que estar viva é tão precioso e valoroso. Não posso desperdiçar meu tempo.
Claro que teremos templo nublado pela frente e nuvens carregadas para dissipar em nome da felicidade, não há quem viva só com o céu límpido e azul. Mas condicionar-se jamais.
Engraçado como as pessoas sabem exatamente como tudo deve transcorrer para que alcancemos a felicidade, e as questões surgem assim de forma natural: se é gorda, tem que ser magra; se é solteira, tem que casar; se é casada, tem que ter filhos; se tem só um, precisa ter outro; se não tem carro, precisa ter; se não fala inglês, precisa falar; e assim por diante.
Já ouvi frases assim: como pode tal pessoa ser feliz sem nunca ter viajado, sem nunca ter saido ali de sua terra. Sei de tanta gente feliz que nunca se quer saiu do interior, prestem atenção, nem para ir ao médico, e são saudáveis e felizes. Sei que o que acabo de escrever pode ser considerado uma insanidade, mas não me julguem mal, estou tentando dizer que felicidade não tem regras a se seguir.
Conheço pessoas solteiras e felizes sim, conheço pessoas sem filhos e felizes, sem namorado e felizes, separadas e felizes, que não têm carro e são felizes, que são felizes com o que são, e me arrisco a dizer muitas delas as mais felizes que conheço.
Isso que escrevo não é um culto à desistência dos sonhos e de realizar algo, nem pensar, deixaríamos de viver dessa forma. O que quero deixar claro, é que também, se não realizarmos tudo o que sonhamos, não há porque deixarmos de sermos felizes, acredite: só quando não temos o telhado é que podemos apreciar as estrelas.
Quero me preocupar com aquilo que realmente importa, não deixar a vida escorrer pelos dedos feito água. Se eu deixar de ser feliz por aquilo que ainda não tenho, estarei ocupada em ser infeliz, deixarei de sentir o cheiro de mato que entra pela minha casa a cada amanhecer, deixarei de dançar com a música que toca na minha rádio preferida, estarei distraída pelo medo de não conseguir o que quero que nem perceberei o brilho natural que tenho nos olhos ao ver meus cães correndo pelo jardim, ao ver minha mãe com seu coração resiliente pulsando feliz,  perderei a linda fase dos meus sobrinhos e sobrinhas que brincam com a vida,  na verdade estarei tão interessada em realizar coisas que nem notarei que ao meu lado acontece maravilhas, as quais eu nem imaginava que pudessem acontecer!
Nossa vida é agora, o tempo presente é que nos pertence. O agora não por acaso é chamado de PRESENTE, nosso hoje é um PRESENTE VALIOSO que recebemos porque o merecemos, somos capazes de fazer dele o melhor tempo de nossas vidas.
Nossa existência é um convite a um salto, podemos nos ferir muitas vezes ao saltar, mas alguns se transformarão em vôo!
Sou muito feliz em poder valorizar o crescer de um fruto, o brotar de uma árvore, o nascer de um passarinho e o sorriso de quem estiver ao meu lado.
Se ainda não tenho tudo o que quero, mesmo assim serei feliz, até a espera do que sonho é uma felicidade sem par!



Obrigada pelo carinho de sempre!

Um beijo feliz!!!!




23/04/2012

Jarro de Pedras


Nossa vida pode ser comparada a um jarro cheio de pedras, as vezes este jarro é agitado, umas pedras batem nas outras, se atritam, se desgastam. Há pedras pontiagudas, ásperas, cheias de imperfeições.
Algumas são maiores, outras nem tanto, e ainda há as bem pequenas, que não sem demora, podem  aumentar de tamanho.
Uma vez li algo que dizia mais ou menos assim: as pedras são lapidadas no contato e atrito com outras pedras, desta forma se tornam mais valiosas, desde que o atrito não as quebrem.
Se lermos estes atritos como sofrimentos e dores que passamos, sem dúvida qualquer um de nós dirá sim, que saiu deste atritar mais valioso e nobre. A propósito também podemos perceber este agito como algo bom que acontece conosco, uma grande mudança, um nascimento, um novo amor, um antigo amor renovado, uma cura, uma descoberta, uma redescoberta de si mesmo, um novo caminho.
É fato, só podemos reparar as arestas desse jeito, não há outra forma. Cada um de nós vai se adaptando a este jarro chamado vida, e ao sacudir-se, as pedras se esforçam para ocupar seu lugar e ser o que realmente querem ser. 
O atrito acontece e deste jeito, nós, desculpa estou falando das pedras... Deste jeito as "pedras" ficam mais arredondadas e mais bonitas hoje do que eram ontem.
Não por acaso o jarro fica em plena calmaria e as pedras apreciam o silêncio e a felicidade de ficar em paz, mas é bom lembrar que de cada agitar-se, surgem bem ali ao lado novas descobertas, novos sentimentos, isso posto, mais uma vez o jarro se agita, e lá se vão elas, as pedras tomam outro rumo. E aí se percebe que os encaixes construídos com amor e respeito, ah, estes não se desfazem, podem até escorregar um ali outro aqui, mas permanecem ao lado, melhorados pelo atrito.
Metáforas? Sim, escrevo com elas, para dizer o que penso e sinto.
Pense bem se não somos mesmo feito pedras, se encaixando umas nas outras, se lapidando no contato com o outro, ora com as angústias, ora com os acalantos que a vida nos traz.
Sei bem que pedra quero ser, daquelas que nunca está pronta, ou melhor, daquelas que sempre pode melhorar, se por acaso eu ficar ápera, e isso irá acontecer, que minha apereza seja banida, e que eu me refaça com delicadeza, que minha natureza seja aveludada, com arestas sim, mas que ao decorrer da vida possam ser preenchidas com ternura e fortaleza. Não quero ser pedra fraca, que se quebra, não quero ser feito a música que diz: "...como um cristal bonito, que se quebra quando cai".  Ao contrário disso quero ser forte feito rocha que ao cair vai aprimorando sua forma, polindo sua alma. Se pedras tem alma? Essas que falo têm!!
E as pedras que surgirem pelo caminho? Como já dizia o poeta: Recolho todas, com elas construirei meu castelo!


Um beijo

 

18/04/2012

Singeleza

Singeleza ainda pertence a este mundo sim, parece algo perdido, coisa de não se ouvir mais falar. Porém ela está bem aqui nas mãos de pessoas que cumprem o mais lindo de todos os ofícios: criar!

Delicadas que só, estas bonequinhas invadiram meu coração!





Me permitam suspirar...
Pra esta filhotinha de raposa!



Mais suspirar...






O sapatinho desta gatinha me causa um certa inveja (branquinha).



Olha aí a Dona Raposa,
ao que me parece, pronta para um piquenique!
Adorável



Este bordado traduz o título desta postagem!


Todos os dias atravessamos as mesmas ruas pra chegar nos mesmos lugares, todos os dias nossos olhos miram as mesmas coisas. Todos os dias nossas mãos facilmente fazem coisas vistas como banais, poucas vezes somos insanos de mudar o caminho, mudar o olhar.
De repente, num dia qualquer, a rua não é mais a mesma, os lugares parecem diferentes, nossas mãos sentem o que antes não sentiam. Em momento algum nossos olhos tinham visto o que agora veem.
Se instala em nós esta tal de singeleza, ela brota no olhar da gente. Somos então surpreendidos por um jardim tomando conta daquela rua, pelos pássaros que pousam e fazem seus ninhos por ali. Nossas mãos menos ágeis com o passar do tempo, ganham mais um sentido: o sentir. Parece que tudo o que tocamos acabara de ser parido, recém nascera. 
Depois de se criar o singelo na alma, um sopro nos acaricia a fronte e ficamos embasbacados com o que enxergamos agora.  Ficamos mais lentos, não por fraqueza, mas porque queremos absorver todos os detalhes nunca antes observados.
Claro que a singeleza não brota em qualquer jardim, há que se ser sensível e ter terreno fértil no coração, para que ela faça morada dentro da gente!
 
 
Um beijo singelo!
 
Obrigada aos novos seguidores, estou adorando receber vocês aqui.
 


14/04/2012

Tanto a Dizer



Quando fico algum tempo sem postar, as coisas se acumulam no meu pensar, então esta postagem é três em uma, pois queria escrever sobre três coisinhas da vida!
Primeiro quero contar que a faxina anda rolando solta por aqui, começo pela manhã cedinho e acabo só no fim do dia. Imaginem só, até que toda aquela poeira, cimento, serragem, e tudo mais desapareça, ainda vai longe... Mas é muito engraçado este sentimento que toma conta da gente quando estamos limpando a casa, ou pelo menos toma conta de mim. Parece que ao organizar e limpar as coisas estamos também fazendo uma faxina interior, colocamos os excessos fora, doamos algumas coisas, reutilizamos outras, fazemos isso durante a vida também, nos despimos de vaidades e das inutilidades que acumulamos no viver.
Estamos trabalhado muito, eu, marido e a minha ajudante que vem duas vezes por semana, ela é um doce de pessoa, conta-me suas histórias e crendices típicas das pessoas do interior, ela é do campo, porém durante a semana mora aqui em Caxias, seus contos e receitinhas de como cuidar da casa me encantam. Suas simpatias e explicações que tem para quase tudo são valorosas para quem gosta de prosear, como eu, e assim vamos faxinando e proseando.
Bom, estamos quase acabando, acho, ou melhor, espero!

Outra coisa que quero contar diz respeito a minha querida mãe. Estivemos no seu cardiologista, ela estava tendo algumas palpitações bem fortes no coração, chamada arritmia. Ele solicitou alguns exames, depois com tudo em mãos voltamos de novo. A fala do médico me deixou MUITO feliz, ele disse que minha mãe tinha um coração invejável, de atleta, um SUPER CORAÇÃO. Falou também que ela soube lidar com as preocupações e tristezas da vida como ninguém, pois o seu coração está tão saudável que parece novinho em folha, achei tudo isso tão lindo, fiquei ali olhando para ele, meio embriagada pela alegria que sentia. Sim, ela tem esta arritmia, e deverá ser tratata, porém ele explicou que isso acontece por um problema na parte "elétrica" do coração, minha mãe parece ter um "fiozinho" a mais, que provoca este desconforto, em contra partida seu coração é tão forte que resistiu muito bem a estes descompassos.
Fiquei pensando no lado metafórico de tudo o que ouvia. Realmente o coração de minha mãe é muito forte, ela já passou por poucas e boas, sempre com força e honra, resiliente e resistente. Nunca fez do sofrimento uma bandeira, pelo contrário dava conta de tudo e ainda tinha espaço para ser feliz!
Ela fez 70 anos, dia 2 de abril, foi um dia feliz, seu sorriso denunciava sua alegria de celebrar a vida.
Espero que eu herde este coração extraordinário, não apenas no sentido físico da coisa, mas no sentido emocional, quero ser tão resiliente e forte quanto ela. Já disse aqui o quanto ela ama a Natureza os bichos, sua horta, sua gente. Acho que tudo isso faz dela quem ela é!     

E o último assunto de hoje é VOCÊS.
Engraçado como vocês fazem parte da minha vida, quando acontece algo que acho importante escrever aqui, penso no que cada uma de vocês irá achar, pensar ou comentar. Penso em contar-lhes as banalidades do dia a dia, as surpresas que a vida me dá ou me reserva, ou ainda o pensamento de outros escritores que admiro e fazem um bem danado serem lidos, e quando descubro ideias de decorar, criar, pintar, etc e etc, fico entusiasmada em dividí-las com aqui! 
Vocês estão tão longe e tão perto, delícia sentir isso, esta "apromixidade distante", acabei de inventar isso, nem sei se existe esta expressão, mas é bem assim que me sinto, próxima de todas, como se fossemos amigas de longa data e que compartilhamos nossas coisas e nossa vida através deste canal chamado blog. Mesmo não comentando sempre que passo pelos vossos cantinhos, fico lendo suas postagens, e através delas me conecto com vocês de forma única. Obrigada!

Mesmo estando dividido, tudo o que escrevi aqui fala também de SOMAR e MULTIPLICAR. Coisas da vida, de amor, de amizade, de luta, de conquistas que cada um de nós tem um pouquinho e quando COMPARTILHAMOS (a mais linda operação matemática, que acho deveria ser também ensinada na escola), isso tudo se torna nosso, conhecemos muito do outro através de suas histórias! E assim vamos costurando uma história na outra e formando nossa colcha do mundo.
Nossos caminhos não se cruzam apenas por um acaso, nossa trilha sempre acaba encontrando outra, feito um trem, que sem os trilhos alheios a ida, não teria como voltar!


Um enorme beijo!




08/04/2012

Feliz Dia



É Páscoa, tempo de renovação, de paz, de solidariedade, de transformação, de amor...
Penso que sim, é uma data importante pois celebra a ressurreição de Cristo, que aflora em nós o desejo de ressuscitar também, ressuscitar aquilo que parece estar morto: a solidariedade, o amor, a paz, a transformação...
Acredito que estas datas existam para tal função, lembrar daquilo que no dia-a-dia muitas vezes se desfaz, se dissolve em atitudes que não tem nada de amor e solidariedade.
Conheço pessoas que ficam generosas e afetivas apenas nestas datas, de que vale ser assim?
Vivem na missa (nada contra pois vou também), mas não aplicam os ENSINAMENTOS DE DEUS.
Todos os dias deveriam ser Páscoa, Natal... Todos os dias deveriam ser celebrados como uma data importante, pois são únicos, dias iguais jamais teremos, é nossa única chance de amar incondicionalmente, perdoar, ser solidária. Nossa chance presente e real é hoje!
Peço a Deus que as coisas não se percam, que vaidade e poder não tenham mais importância que amor e amizade, que cada um de nós não seja medido pelo tamanho da casa, pela conta bancária ou pelas vestes que temos. Que as vitrines das lojas não superem a beleza de olhar para um céu azul, para uma mata verdinha, para o nascer de um bezerrinho (sempre falo nisso, é que nunca vi nada mais lindo), o nascer de uma vida não pode haver nada mais lindo mesmo. Que a gente não perca estas referências.
Lembro sempre de quando era criança, que minha mãe nos levava colher macela (chá colhido na madrugada da sexta-feira santa, costume do Sul), muitas vezes ela ia sozinha pois nos contava que a macela precisava ser colhida antes dos primeiros raios de sol, esta é a lembrança MAIS LINDA que tenho desta data, uma lembrança feliz no dia em que Jesus foi crucificado, há quem pregue que devemos ficar tristes neste dia,  sorrio a cada acordar desta data, pois acordo com a recordação do amor de minha mãe, isso não faz de mim uma pessoa menos espiritualizada,  que eu saiba o maior ensinamento de Jesus é o amor!
Que nesta Páscoa e em todos os outros dias possamos de novo enxergar com os olhos da alma, aqueles que já me referi aqui algumas vezes.
Penso que Jesus era assim, um menino que aprendeu ver com os olhos de dentro, cresceu e se tornou um homem que não deixou de ser menino, e quando isso acontece com a gente, o olhar de doce e terno de criança supera o olhar duro da adultez. Nem todos os adultos tem o olhar assim, conheço muitos que não e conheço vocês.
Porém, olhar de menino é carregado de esperança, acredita em coisa que nós adultos já deixamos de acreditar, nem sei porque, mas deixamos.
Então é esse meu desejo para a Páscoa de hoje, que se renove me nós o olhar da esperança, do amor, da transformação e da FÉ.
Fé naquilo que amamos, fé na nossa família, num filho, num irmão, num amigo. Acho que morremos um pouco quando deixamos de ter fé. Fé no outro, fé em nós mesmo!

UMA PÁSCOA DE MUITA FÉ!

Beijo enorme com muito carinho e respeito!





04/04/2012

Gente Simples



Tem coisa melhor nessa vida do que conversar com gente simples, conviver com elas?
Digo eu que não.
Sentirei falta dos pedreiros que trabalharam aqui em casa, hoje foi o último dia, por mais que não visse a hora de acabar com aquela bagunça que tomava conta de tudo. Tinha o outro lado, sempre tem, e esse vinha carregado de alegria, histórias, simplicidade e um jeito gostoso de falar.
Eles são todos do interior de Caxias, trabalham em família: pai, filhos e neto, com eles trazem uma história do tamanho do mundo, pois vão a construindo por onde passam.
Chegavam muito cedinho, trabalhavam um pouco e paravam para o café da manhã, um café com pão caseiro e uma deliciosa prosa. Aí comecei a conhecê-los pois percebia como se tratavam com afeto, com alegria e mais uma vez: com SIMPLICIDADE!
A Monalisa adorava ficar com eles, os outros não ficavam porque eles tinham um certo receito (afirmo que desnecessário, pois todos os nossos cães são doces demais), mas respeitamos, porém nas últimas duas semanas ficaram amigos do Hubert e da Meg e o receio acabou, quanto ao Éros e a Cacau preferiram deixar assim.
Quando eu estava em casa, fazia bolo para o lanche da tarde, eles me agradeciam com um sorriso largo, um deles levou até a receita, disse que ia fazer para a esposa, achei lindo!!!!!!
Adorava quando eles me contavam um pouco de suas vidas, sempre com alegria, aprendi algumas expressões e piadas também, uma delícia. Isso que mais me chamava atenção, sempre estavam alegres, rindo, cantando, coisa típicas de gente simples, pois enxergam a beleza nas pequenas coisas.
Foi muito bom conhecê-los e logo estarão de por aqui de novo, falta fazer algumas outras coisas... que bom!
Adorava ouvir: DIA! Querendo dizer bom dia. DONA Rosane e SEU Vinício, como forma de respeito. Outras palavras como BÃO, DAS VEZ, DE JÁ HOJE, APROCHEGADE IMPÉ e assim por diante, sei bem que foge um tantinho do português acadêmico e correto, mas soam tão gostoso dentro da gente. Este jeito de falar parece ser carregado de generosidade, isso é que importa.
Generosidade: disposição para a bondade, aquele que faz o bem!
Tenho certeza que é bão demais se aprochegar em gente assim!

O telhado ficou lindo, do jeitinho que a gente queria, outro dia eu mostro.
Estou adorando ficar em casa, colocando tudo em dia: pinturas, escritos, ilustrações (a da Lu, inclusive), curtindo meus cães, pomar, jardim, marido, fazendo bolo, pão... Inventando moda e vivendo intensamente as coisas simples que TANTO amo!


Um beijo enorme!


Pin It button on image hover